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A opinião e razões dos signatários da Petição: Petição pelo fim da Violência Obstétrica nos blocos de parto dos hospitais portugueses, para Todas as mulheres ou famílias que se tenham sentido alvo de abuso ou desrespeito durante um parto; Profissionais da Obstetrícia que não se revejam nas práticas abusivas perpetradas pelos seus colegas.

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silvia l. mais respeito pelas mulheres|
Sandra M. Somos mulheres. Seres sensíveis inteligentes e emocionais, temos o dom da vida. Merecemos muito mais do que ser tratadas como animais num hospital, seja no bloco de partos como numa urgência normal. Da última vez que me dirigi às urgências da MAC saí de lá a chorar, com dores e a sentir que tinha sido violada! Perdi toda a confiança nos médicos e auxiliares de saúde, a única pessoa que me acalma nesta situações é o meu marido e até este é proibido de entrar comigo na sala das urgências, quando pela lei estou "protegida" para levar sempre um acompanhante, pois bem, a companhia que é garantido que vai sempre comigo lá para dentro destas instituições é a ansiedade e o medo que abusem de mim, físicacamente, emocionalmente e psicologicamente. Nós merecemos muito melhor e temos direito a muito melhor.
Ju O. A 21 novembro de 2015 passei em pleno bloco de partos do hospital de Guimarães fui vítima desta violência. A enfermeira parteira prenunciou que eu não deveria mesmo ter filhos é que me estava a queixar de dores que não existiam! Foi um choque para mim e revoltante! Não apresentei queixa no hospital preferindo ignorar mas contando a minha experiência depois disso com várias amigas percebi que infelizmente estes maus tratos são frequentes! Assino esta petição com consciência e na esperança que algo possa mudar, para que nenhuma mulher possa sentir num momento tão feliz tamanha dor!
Maria G. Concordo com esta petição.
Paula M. Fui cortada pela obstetra (episiotomia) sem qq anestesia nem analgesia, fora do pico da contratação..."a sangue frio!"
Inês T. Eu tive dois partos respeitados. Tudo o que quero é que todas as mulheres possam ter o mesmo que eu. Porque um parto respeitado não deve jamais ser uma questão de sorte.
Cláudia R. Ainda não sou mãe. Tenciono sê-lo e por conhecer inúmeras situações dou também o meu contributo a esta causa esperando sinceramente que tenha a devida atenção.
Maria F. Humanizar o nascimento sff
cláudia S. Tambem fui vitima de violencia obstétrica fisica e psicologica. Fiquei em trabalho de parto horas sem fim e puseram em risco de vida a mim e a minha filha.
Maria F. Sofri violência fisica e psicologia no hospital de Abrantes em 2006. Nunca mais consegui ter mais filhos.
Olga S. É um momento bonito, deviam respeitar e ter isso em atenção
Ana . As coisas tem de mudar
Isabel C. Sou EESMO e considero que todas as mulheres têm direito a uma gravidez, parto e pós-parto com dignidade. A violência obstétrica existe nos nossos hospitais. São urgentes políticas que defendam os direitos no nascimento.
Cátia M. Espero que todas as obstretas tenham consciência disso. Ja chega de pensarem que sao elas que mandam nos nossos partos...
Andreia . Infelizmente vivi uma situação muito desagradável! Pois no parto do meu primeiro filho, enquanto puxava para o ter as enfermeiras digitam diversas vezes que eu era uma mãe má por não estar a puxar, embora estivesse a puxar com todas as minhas forças! De tanto me dizerem o mesmo acabei por desistir de puxar e comecei a chorar! Pois realmente uma experiência para esquecer! Já do segundo parto que foi noutra instituição, já correu lindamente e as enfermeiras só me apoiavam com palavras de afeto, o que ajudou a que o trabalho de parto fosse bem menor que o primeiro!
Fá S. A gravidez, o parto e o filho deve ser vivido de forma feliz.. e não perder um momento que é único por falta de profissionalismo. Eu senti isso no Centro hospitalar por uma enfermeira arrogante, a partir daí tive sempre a tensão alta com o medo.de a encontrar :(
Melissa M. Fui mãe, pela primeira vez, ha 4meses no hospital S. Francisco Xavier, por uma médica animalesca que me impediu de gritar, meteu—se em cima de mim com os cotovelos a forçar o bebe sair, partiu—lhe a clavicula. Estive 25h com bolsa rebentada o bebe na expulsão engoliu o meconio e esteve 7 dias privado de mim na neotologia. Foi arrancado ao fim de 5 ventosas que ia partindo ao puxa—lo, cortaram—me!! Violência horrível que nunca soube bem onde expressar a minha raiva. Ainda estou a tempo de apresentar queixa no hospita?
Claudia C. Também fui vitima de violencia obstétricano primeiro parto, o médico falou mal comigo, foi bruto nas palavras e nos atos também, por culpa dele ia caindo da maca a baixo, na sala de partos. Até hoje proibi esse médico de me assistir seja qual for o meu problema, foi insensivel, no fim o meu fiilho morreu, sei que ele não teve culpa mas só o facto de ele ter sido bruto comigo... foi o pior momento da minha vida e ele só piorou a situaçao
Cátia B. Eu estive das 00:45 que nasceu a minha filha esquecida na maca da sala de partos até as 3:00. Depois ainda.me vieram cozer a essa hora.
Joana C. Parto humanizado por favor

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