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A opinião e razões dos signatários da Petição: Petição pelo fim da Violência Obstétrica nos blocos de parto dos hospitais portugueses, para Todas as mulheres ou famílias que se tenham sentido alvo de abuso ou desrespeito durante um parto; Profissionais da Obstetrícia que não se revejam nas práticas abusivas perpetradas pelos seus colegas.

Nome Comentário
Eduardo S. NÃO FAZEREM A RAZIA NA NOSSA FLORESTA
Nuno A. E' uma oportunidade a explorar
Maria T. Tive dois partos domiciliares e um hospitalar. Embora não possa fazer uma acusação de ter sofrido uma marcada "violência" hospitalar (até porque o parto, que demorou para começar, acabou por depois ser bastante rápido) houve uma diferença abismal entre a possibilidade de usufruir de liberdade de movimentos (de forma a tornar o processo mais confortável) entre uns e outro. Tal como há diferença com a expectativa criada nas aulas de preparação para o parto que decorrem em certas maternidades e a prática que depois oferecem para as parturientes- não dão muitas vezes os profissionais destas, por exemplo, a possibilidade das mães escolherem uma posição mais vertical para darem à luz, sendo elas obrigadas a deitarem-se (o que dificulta a expulsão e acentua a dor).
Celia . Exmos. Srs. Sou a favor da livre escolha da mulher de como deseja ter o seu parto. De parto natural, ou cesariana com anestesia epidural ou anestesia geral desde de que todas as condições de saúde da mãe e do bebé assim o permitam. Excepto casos urgentes onde a decisão deverá ser do médico. Acho desumano tanto sofrimento para uma criança nascer,quando a medicina está tão evoluída e permite evitar sofrimentos. Se às mulheres assiste o direito de interromper voluntariamente uma gravidez, porque não lhe ha-de ser dado o mesmo direito de escolher o parto que quer ter? Os melhores cumprimentos Celia Sousa
Isabel M. Estes abusos têm de ser denunciados
joão n. esta petição revela coragem e vontade de lutar por direitos consagrados das mulheres
Anabela A. Estou solidária com esta ação; penso que ninguém tem o direito de questionar a veracidade dos fatos,as situações acontecem e cada uma sabe de si.Temos direitos e obrigações e se algo está mal é preciso relatar, refletir e agir; pós só assim é que as mudanças acontecem é um direito que nos assiste, tanto como mulher, como ser humano.Ficar calado(a),e não se fazer nada... Somos Seres Pensantes,e ninguém tem o direito de julgar ninguém, quem vive as situações, melhor do que qualquer um para as abordar. PS: Ainda bem que somos um país com liberdade de expressão.Um bem haja por esta iniciativa.
Idarsina L. Tive três filhos de parto normal e senti esse mesmo abuso por parte das enfermeiras e não só. Por isso assino a petiçao.
Alberto S. É triste, muito triste termos políticos a governar o nosso país que todos os dias acordam a pensar como é que vão fazer para roubar mais o pobre e o trabalhador para enriquecer ainda mais os amigos os poderosos os grandes grupos dos camuflados
PEDRO P. Uma vergonha! Um atentado contra os direitos humanos!
Joao F. Humanização dos cuidados de saúde.
Carla S. Estive 38 horas em trabalho de parto, no Hospital Público de Viseu, como não estava o meu médico, deram-me várias doses de epidural e 4 dias de morfina, a amamentar, desvio do coxis, nunca mais tive saúde, só quando estava sem saber onde é que estava, decidiram a cesariana. Do 1º filho tive outra equipa liderada pelo Dr. António Santos Paulo que correu com dignidade para mim a parturiente, o meu filho e marido...A médica que despoletou esta tristeza no 2º parto nunca foi ter comigo à enfremaria, porque seria?! Os maus profissionais em nada beneficiam o sistema nacional de saúde...nem a saúde dos utentes, mas de certo será melhor médica no privado?!!!
Maria P. Concordo plenamente e assino.Tive 2 partos normais mas muito dolorosos.Ouvi a parteira gritar com a parturiente ao lado: quando o fizeste nao gritaste agora e que gritas. E de uma baixeza e crueldade terriveis Foi ha 40 anos e nao me esqueci. Havia partos com ferros horrivel. Hoje penso que as coisas estejam melhores mas se pudermos evitar a dor e nosso dever faze-lo. Acredito que se fossem os homens a ter os bebes ha ja muito que nao haveria uma dor quer fisica ou psicologica..
Manuel P. Mais uma acha no fomento da natalidade.
Serafim . Todos e mais alguns ..... Assunto delicado !
Pipa P. Tem que se começar por algum lado. Para melhor!!! SEMPRE.
Sonia S. Que possam ser respeitados utentes e técnicos, salvaguardando-se os direitos e deveres de ambos, garantido a informação e a formação de rodis
Paulina R. Subscrevo na integra. Esta situação não é nova, muitas mulheres têm histórias para contar. Espero que proíbam também médicas e enfermeiras com unhas grandes (garras!) de intervir nos partos, conseguem imaginar o que acontece, não conseguem? mas infelizmente a desumanidade dos médicos não se fica só pela obstetrícia...
Constança P. O que a Laura conta é chocante. A médica que assistiu este parto devia ser expulsa da Ordem, no mínimo. Se isso não acontecer, mais do que um desrespeito pelas pessoas, será sobretudo um desrespeito pela própria medicina.
Manuel M. Obrigado

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