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A opinião e razões dos signatários da Petição: Pelo fim da precariedade no Ensino Superior e Ciência, para Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Deputados da Assembleia da República

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Carlos L. De facto, estamos a chegar a uma situação em que se começa a questionar se vale realmente a pena tanto estudo e esforço pare nos tornarmos profissionais bem formados e instruídos. É frustrante chegar aos 30, 40 anos e ainda não ter uma vida económica estável! Além disso, esta realidade começa a transmitir um exemplo aos mais novos de que estudar não é assim tão bom. O que é fixe é jogar à bola, fazer vídeos no YouTube e participar em concursos televisivos de qualidade duvidosa. Pessoalmente, começo a sentir alguma relutância em dizer aos mais pequenos aquilo que os nossos pais e avós bem nos aconselhavam: “Estuda para seres alguém!”. Numa organização bem-sucedida (seja uma equipa de futebol profissional, uma empresa, etc.) é imperativo respeitar e dignificar os recursos humanos mais qualificados. Será que o Real Madrid teria sido campeão europeu se tratasse as suas estrelas, como o Cristiano Ronaldo, como Portugal trata os seus licenciados e doutorados? Atrevo-me a dizer com toda a certeza que NÃO! Estaria mais provavelmente a jogar na 2ª divisão espanhola.
Carina R. Já é tempo......
Maria C. Não deixem os nossos bons alunos irem para o estrangeiro. Eu conheço um que foi para a Austrália, já não volta,está em Melbourne.
Cristina L. Bolonha consagrou o Reconhecimento e Validação de Competencias. A atual legislação ignora competencias, tempo efetivo de serviço e avaliação de desempenho sobrepondo Habilitações às competencias. As licenciaturas pré-bolonha possibilitaram a equivalencia a mestrados bolonha mas um Mestre pré-Bolonha , ao contrário dum Licenciado, não teve a possibilidade legal de obter a equivalencia do seu grau a doutoramento Bolonha . Agrava o desrespeito pelo tempo de exercício na função e o congelamento das carreiras, exigindo-se 5 anos, após a requalificação ( doutoramento ou especialista) ignorando os anos de serviço desempenhado , a avaliação de desempenho, e a idade do docente face à reforma.
Carla A. Investigador FCT (iFCT/call2012) ITQB NOVA - Contrato Termo Certo (01-08-2013 a 31-07-2018)
Olinda S. Sou docente no ensino superior, Especialista com provas públicas e doutorada, desde 2004 (até nov de 2009 a tempo parcial, a partir de março de 2010 em exclusividade) e continuo a contrato.
Marisa A. Assino porque me encontro há 7 anos no Ensino Superior, num contrato precário de 59%, ou PDEC, como pomposamente eles chamam agora, e tenho mais turmas e alunos e trabalho do que um docente a tempo integral ou exclusividade, com um salário milionário de 540€/mês!!! E nem o facto de estar a terminar o doutoramento altera esta situação... Seja como for, assino, por mim, por nós, por todos!!!
Maria S. Estou em situação precária, com contratos semestrais como assistente convidada, há 8 anos.
Julio L. Só quem vive esse flagelo a mais de 20 anos sabe o que realmente é...
Pedro P. Professor Auxiliar da FCTUC;subdirector do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra
Cristina C. Docente do ensino superior politécnico na UA há 18 anos, equiparada a assistente do 2º triénio como licenciada (e recebendo como tal), tendo o mestrado desde 2009, estando em fase final de doutoramento (inscrita já em novembro de 2009), e tendo tido sempre muita dificuldade em obter algum tipo de dispensa de serviço docente (dispensas que, quando ocorreram, foram parciais ou desintegradas de um plano de qualificação do pessoal docente inserido na distribuição de serviço, i.é, à custa da boa vontade de alguns colegas que acumularam horas) e sem usufruir até hoje de qualquer isenção/redução no pagamento de propinas para a frequência do referido doutoramento.
Rodrigo A. É totalmente inadmissível que os investigadores que já tiveram dois contratos de 5 anos (Ciência + IF) tendo sido avaliados por júris INTERNACIONAIS nestes dois concursos, sendo o IF particularmente exigente, incluindo um plano de desenvolvimento de carreira e uma justificação da adequabilidade do seu plano de trabalhos à instituição e que suprimem necessidades permanentes de ensino e investigação durante 10 anos ou mais nas respectivas instituições não sejam integrados na carreira. Obtiveram os seus contratos por mérito próprio e nada custaram às insituições às quais tudo deram e agora a perspectiva mais provável de futuro que têm é o desemprego. Inqualificável.
Ana S. Desde 2002 com contratos a termo de todos os tipos para exercer funções de Investigador na mesma instituição - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Maria V. Trabalho no ensino superior público português, com contratos a termo certo, desde 1986.
Nuno S. Há 17 anos a dar aulas na UTAD e sempre precário. De convidado com Exclusividade, perdendo a exclusividade e acabando em tempo parcial foi um ápice.
Victor A. Que Estado é este? O tal que obriga as empresas a passar os seus trabalhadores para o Quadro ao fim de 3 contratos a termo e que 'obriga' professores do Ensino Superior a assinar contratos bienais há mais de 15 anos! Haja moral e decência!
Luciana B. Sou docente doutorada há quase 7 anos no Ensino Superior e nunca consegui entrar para a carreira docente. Os meus contratos laborais são cada vez mais precários, sem exclusividade, parciais e com um número cada vez maior de horas letivas. Quando verei justiça?
António M. O que dizer, é um verdadeiro triunfo dos porcos quando se fazem opções destas e comprometem o desenvolvimento do país.
José . Claro, pelo fim da precariedade no Ensino Superior e Ciência
Cristina V. O fim da precariedade no Ensino (Superior e na Ciência) alavanca Portugal, como qualquer outro país, rumo ao progresso. É fácil de entender a equação: menos preocupação quanto à segurança do seu posto de trabalho e salário digno = maior empenho e realização na actividade profissional.

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