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Obra Pública, Construção Paisagens de Retenção de Água

Para: Sr. Presidente da Republica, Professor Marcelo Rebelo de Sousa; Sr. Primeiro Ministro, António Costa; Sr. Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos; Sr. Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes; Sr. Presidente da Assembleia da República Portuguesa, Eduardo Ferro Rodrigues

Cientes das tragédias e devido às condições climatéricas que Portugal tem sido afectado,
o nosso meio natural precisa urgentemente de intervenção.

Secas extremas, solos queimados, fauna e flora completamente desequilibradas e a
biodiversidade natural em território Português seriamente em risco.

Muitas áreas florestais em Portugal, por exemplo, estão dominadas por monoculturas de
pinheiro e eucalipto que são muito susceptíveis a incêndios e erosão, como também não
oferecem espaço para a existência outras espécies. 

No entanto, existe solução, e apesar do pouco tempo que a temos para colocar em prática,
ainda é possível reverter este estado de calamidade que se avizinha caso nada seja feito.

Através da criação de PIER´s (Planos de Intervenção em Espaço Rural) inseridos nos
PDM´s (Planos Diretores Municipais) de cada Concelho do País, é possível implementar a
construção de Paisagens de Retenção de Água como resposta para uma recuperação
organizada e consciente da camada de solos férteis, pastos e florestas fustigadas pelos
incêndios e secas extremas. 

As Paisagens de Retenção de Água permitem oferecer uma nova função a plantas
rupícolas e árvores de fruto. Castanheiros, Sobreiros, Amieiros, Freixos e Sabugueiros
formam um biótopo próximo ao que ocorre na natureza. E assim, pouco a pouco, vamos
transformar as nossas pequenas florestas de eucalipto em biótopos diversificados que
podem servir de protótipo deste modelo a áreas maiores.

É um método eficaz regenerativo de ecossistemas. 

Além das árvores, a vegetação (plantas e hortas) estão sempre hidratadas pelas águas
subterrâneas, que além de alimentar a flora, também previnem os solos dos possíveis
incêndios.
(…)“A gestão das águas a nível global continua a seguir princípios errados. Os rios são
represados e canalizados, a água da chuva rapidamente escoada, as superfícies
impermeabilizadas. Assim, a chuva já não penetra no solo, mas corre e arrasta consigo
partes essenciais do solo. Leva a inundações no inverno e a secas no verão, causa erosão
e o empobrecimento dos solos, vai desde a perda de biodiversidade até à desertificação.
Os efeitos são visíveis…(…) As fontes secam, muitas freguesias são abastecidas por
tanques, os agricultores acabam por ter de abater os seus animais. No verão de 2016,
cerca de 80% do território português sofreu de seca severa ou extrema. Entre 5 e 6 mil
bombeiros apagaram 200 a 300 fogos diariamente, 1000 a 2000 veículos e mais de 100
helicópteros estavam constantemente em acção. As grandes barragens não são a
solução, pelo contrário, reforçam o problema da seca dos rios e dos solos.” 

“Durante a Cimeira Mundial do Clima COP21 em Paris, vários especialistas internacionais
em água, como Michal Kravcik da Eslováquia, chamaram a atenção para a constituição de
um Plano de Acção Global. Segundo eles, a água é o elo que falta no debate sobre o
clima. A água da chuva, que por causa da impermeabilização dos solos, da
desflorestação, e da drenagem, já não penetra no solo mas flui para o mar, é mais
responsável pela alteração dos regimes de pluviosidade, das ondas de calor, e do
aumento dos níveis do mar, do que anteriormente se pensava. Por isso, são medidas
simples, como a colecta da água de chuva em vários pontos do planeta, que podem
contribuir decisivamente para travar as alterações climáticas.” 

Portugal “…Pode vir a estar na vanguarda desta tendência. A paisagem de retenção de
água em Tamera…” (Odemira) “…mostra como tal pode ser alcançado. De forma
descentralizada, são desenvolvidas várias acções para armazenar a chuva directamente
no solo. A água volta a preencher os aquíferos, e as águas subterrâneas são recuperadas
alimentando as plantas e as hortas. Também é com a vegetação bem hidratada que se
ajuda a proteger os solos dos incêndios. E desta forma, com o trabalho correspondente, é
possível devolver a fertilidade aos solos. Isto pode ser reproduzido de forma semelhante
em todo o distrito. Seria uma das condições para a sustentabilidade e para a prosperidade
ecológica, económica, e social.” Fontes de texto: Terra Nova Voice 

Meus senhores já não é por nós, cidadãos de hoje! 
É pelas crianças Portuguesas, é por um futuro amanhã de Portugal! 

Esta sim é a uma VERDADEIRA OBRA PUBLICA…  
Resta saber se os Exs. Senhores estão à altura de tamanho desafio. 

Sejamos um exemplo, do que é ser responsável por uma sociedade e seu ecossistema.
Uma Nação que volte a servir de inspiração, orgulho, inovação e esperança para um
mundo inteiro que neste momento já se encontra a perder na corrida para uma adaptação ás alterações climáticas.

Por Portugal.


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