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Pela proibição de corridas de galgos em Portugal!

Para: Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República, Grupos Parlamentares

A corrida de galgos é uma indústria competitiva e organizada, na qual os cães são forçados a correr numa pista. Os cães perseguem uma presa (tradicionalmente uma lebre ou coelho artificial) na pista até passarem a linha da meta. Tal como acontece com as corridas de cavalos, nas corridas de galgos também se fazem apostas por parte do público.

Indústria das corridas de galgos
Nessa indústria, a chave para o sucesso e lucro dos criadores e treinadores é terem cães velozes. Mas apenas poucos dos estimados 20 mil cachorros galgos que nascem todos os anos é que têm as capacidades atléticas e velocidade requeridas para se tornarem grandes campeões. Sendo criados com o único propósito de correr e vencer, muitos cães jovens e saudáveis são descartados e mortos.

Os cães que vão para as pistas enfrentam um duro programa de treino e, durante os treinos e as corridas, sofrem riscos significativos de lesões, como fracturas de pernas ou traumatismos cranianos. Alguns chegam a morrer de ataque cardíaco devido ao intenso desgaste físico. Os danos físicos são muitas vezes considerados “inviáveis financeiramente” para serem tratados e o treinador – que se diz “proprietário” – opta por matar o cão.

Quando não estão nas pistas, as suas vidas não são muito melhores – geralmente são mantidos em pequenas gaiolas pela maior parte do tempo, sendo somente soltos para treinar ou correr. Informações de grupos de resgate de galgos indicam que muitos animais resgatados estavam subnutridos, pois eram supostamente obrigados a seguir uma dieta muito restricta para se manterem com um peso leve, considerado ideal para as corridas. Numa investigação realizada na Austrália, foi comprovado que 80 % dos treinadores drogam seus cães com cocaína, viagra, entre outros químicos.
Milhares desses cães continuam a ser mortos todos os anos, mesmo com a indústria em declínio. Alguns cachorros são mortos em nome da “reprodução selectiva”. Os cães que são qualificados como atletas, vivem em jaulas e são mantidos amordaçados pelos seus treinadores. Muitos exibem feridas e sofrem infestações de parasitas internos e externos. Apesar das camadas finas de pele e falta de gordura corporal fazerem com que sejam extremamente sensíveis à temperatura, os galgos são forçados a competir em condições extremas, variando entre temperaturas abaixo de zero bem como com um de calor sufocante.

Em Portugal
As competições profissionais de galgos não se realizam propriamente para dar prazer ao cão e muito menos para o tornar feliz. Apesar disso, realizam-se provas para o campeonato nacional de corridas de galgos.

Dado o lamentável, vergonhoso e cruel processo de selecção, manutenção, treino e destino dos galgos usados na competição profissional, só podemos pugnar pela ilegalidade da referida prática, devendo a mesma ser proibida em Portugal.

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Petition for banning greyhound races in Portugal!
To: Exmo. Mr. President of the Assembly of the Republic, Parliamentary Groups
Greyhound races are a competitive and organized industry in which dogs are forced to run on a track. Dogs chase a prey (traditionally a hare or artificial rabbit) on the lane until they pass the finish line. As with horse races, greyhound races also place bets on the public.
Greyhound races industry
In this industry, the key to the success and profit of breeders and coaches is to have fast dogs. But only a few of the estimated 20,000 greyhounds born every year have the athletic ability and speed required to become great champions. Being bred for the sole purpose of running and winning, many young, healthy dogs are discarded and killed.
Dogs on the slopes face a tough training program and, during training and racing, suffer significant risks of injury, such as leg fractures or head injuries. Some even die of a heart attack due to intense physical exertion. Physical damage is often considered "financially unfeasible" to be treated and the trainer - who calls himself "owner" - chooses to kill the dog.
When they aren’t on the slopes, their lives are not much better - they are usually kept in small cages most of the time, being only loose to train or run. Information from greyhound rescue groups indicates that many rescued animals were undernourished because they were supposed to be on a very restricted diet to maintain a lightweight, considered ideal for racing. In an investigation conducted in Australia, it has been proven that 80% of trainers drug their dogs with cocaine, viagra, among other chemicals.
Thousands of these dogs continue to be killed every year, even with the industry in decline. Some dogs are killed in the name of "selective breeding". Dogs that are skilled as athletes, live in cages and are kept gagged by their trainers. Many exhibit wounds and suffer internal and external parasite infestations. Although thin layers of skin and lack of body fat make them extremely temperature sensitive, greyhounds are forced to compete in extreme conditions, ranging from below-zero temperatures to a stifling heat.
In Portugal
Professional greyhound competitions don’t take place properly to give pleasure to the dog, much less to make him happy. Despite this, tests are held for the national greyhound racing championship.
Given the regrettable, shameful and cruel process of selection, maintenance, training and destination of the greyhounds used in the professional competition, we can only fight for the illegality of said practice, and it should be prohibited in Portugal.


Informação retirada de https://www.doglink.pt/noticias/industria-das-corridas-de-galgos-continua-a-matar-milhares-de-animais


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